domingo, 24 de março de 2019

Numero 24 - O Amor maduro


Numero 24


Bom dia a todos, que seja um dia agradável em família, que todos se rendam aos seus amados, que o amor transborde com humildade e gentileza, carinho doçura e paciência, sem muita exigência , com tolerância e calma, que o amor venha da alma.

Deixe de lado as críticas, a disciplina, as cobranças, e o rigor, a necessidades pessoais, e sirva ao seu amor. Faça um café gostoso e que seja um dia especial,  que lhe deixe pensativo sem saber a razão de tanta admiração e lhe diga simplesmente, obrigado por me permitir te amar...

E não precisa ser um namorado, um esposo ou uma paixão... Pode ser uma mãe, um pai ou um irmão ...Ele(a) pode ter acordado indisposta ou de até de mau humor, mas de tanto ser tratada com carinho e boa vontade, vai despertar aos poucos em seu coração o amor..

Antes, ele queria controlar, mas agora ele está maduro, se rende e quer servir, ele só quer sentir a felicidade de amar ... Porque ele já não é mais uma criança (2), já tem maturidade (20) e não precisa receber nada em troca, ele só quer amar sem esperar reciprocidade...

Mas tenha muito muito cuidado!

Esse negócio é contagiante, e se pega pelo toque, pela palavra e pelo gesto, e todo mundo se torna meio bobo, meio alegre  e meio amante... E as pessoas rigorosas vão querer ficar distante...

Fiquei observando a Claudinha falando das crianças no Devoice, antes de escolher um deles, elogiando cada um e ressaltando seus valores individuais, como uma mãe que ama todos os seus filhos, ignorando suas imperfeições, ou melhor, não ressaltando seus erros e nem julgando.

A gente que está assistindo escolhe um e fica torcendo, esquecendo dos outros.
Mas uma mãe torce por todos seus filhos e ama a cada um deles igualmente e jamais vai fazer uma escolha entre eles...

Ficamos cegos para as imperfeições dos nossos irmãos, ou as conhecemos tão bem que os entendemos e respeitamos mais ainda ?

Na verdade, reconhecemos também nossas fraquezas e por isso aprendemos a ter compaixão e não tocar em suas feridas, para não tirar sua alegria de viver...

Nossas escolhas agora não são apenas pelas formas ou pelas aparências, ou apenas pela razão, São muito mais pelo sentimento e percepção..





O 24 acordou cedo, fez um delicioso café,  preparou a casa e agora vai para a cozinha preparar  uma deliciosa comida para receber seus convidados.

A casa enfeitada e cheirosa. Ele está radiante, feliz porque vai fazer o que mais gosta.
Será um dia de partilhar, de alegrar, conversar e divertir e saber das novidades.
Se dirige à cozinha e começa a pensar no cardápio. O que vou fazer para fulano? Ele gosta de massa, e para ciclano? Ele gosta de salada. E, rapidamente a comida está pronta. Agora é hora de arrumar a mesa. Escolhe as melhores louças, copos, talheres, tudo no seu lugar e não se esquece do arranjo floral no centro da mesa para trazer o frescor e energia das flores para harmonizar o encontro.
Tudo pronto. Vai se arrumar, senta na sua poltrona preferida e aguarda os convidados cheio de felicidade. [Lisana Ratti]




Sou feita de Retalhos ( Pensador )

Pedacinhos coloridos de cada vida que passa pela minha e que vou costurando na alma.
Nem sempre bonitos, nem sempre felizes, mas me acrescentam e me fazem ser quem eu sou.
Em cada encontro, em cada contato, vou ficando maior...

Em cada retalho, uma vida, uma lição, um carinho, uma saudade...
Que me tornam mais pessoa, mais humana, mais completa.

Ainda não aprendi a amar o bastante.. Preciso me conhecer melhor e entender as pessoas e porque muita coisa ainda me magoa...

"Quem sabe ainda sou uma garotinha...
Eu só peço a Deus, um pouco de malandragem...
Eu sou criança e não conheço a verdade...
Eu sou poeta e não aprendi a amar..."



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2 comentários:

  1. [Silvia Fitipaldi]

    Dia 24... esse 4 traz sua dose de ordem e rigidez, disciplina vinda da necessidade de concretizar e proteger. Será o 24 um sempre alerta escoteiro? Começando com um 2 sempre pronto a ajudar e servir? O grupo acima do indivíduo?

    24: “exemplo de fraternidade, lealdade, companheirismo, altruísmo, responsabilidade, respeito e disciplina.”

    A existência da família deve, senão tudo, muito a essas duas energias: o 2 e o 4. O 2 por ser a origem da procriação e o 4 por dar sustento a esse trio anterior. Os dois juntos, números pares, dão mais um salto e chegam no 6, família, cuidar dos seus. Se cada um cuidasse de si e dos seus com sensibilidade e disciplina, no mínimos teríamos cidadãos bem mais amorosos e confiantes, não é mesmo? Como diz o mestre Gilberto, na vida não basta saber amar só de um jeito, por isso nascemos e renascemos. O dia 24 vem nos lembrar essas energias do cuidado com o outro, de forma simples e organizada. Pode ser que estejamos no oposto disso, e de repente nos damos conta. Como é bom sintonizar com as mensagens do universo.

    Dia após dia, segundo após segundo, tudo que existe está a nossa disposição. Quanto mais silenciarmos a confusão mental mais ouviremos a sabedoria do Todo. Esse todo ao qual pertencemos.
    O 24 fala também de pertencimento.

    (Eu pertenço a esse grupo com base nos valores compartilhados de autoconhecimento através da ferramenta da Numerologia da Alma. O que mais nos une? A crença na reencarnação, na percepção de fazer o bem e construir um mundo mais feliz e justo para todos? Me sinto unida a essa egrégora com a força do Ying e do Yang. Um grupo de cientistas e poetas, a refletir e compartilhar suas reflexões. Ajustando e reajustando percepções do mundo e de nós mesmos.)

    O 24=6 tem isso: não importa quem são seus filhos, amigos, parentes, vizinhos, colegas. Importa que são “nossa” gente, a responsabilidade é com todos. Todos fazem diferença e ocupam sua posição no funcionamento das coisas.

    (E como tudo na vida... tem seu lado bom e seu lado mal... Qual lado escolhemos/escolheremos?)
    Que a gente flua hoje com amor e disciplina interior, desfrutando a alegria da natureza de pertencer.

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  2. [Gabriela Rodrigues]

    Sua família é seu alicerce. Onde sua família está, ali é seu lar. Com muito carinho e delicadeza, trata todos com muito carinho. É sempre um prazer em fazer por eles, o café, o lanche, um favor... O amor está ali. O coração fora do peito.

    Acredito que nós aprendemos a conviver bem com essas imperfeições, pois nós também temos e quem convive conosco também tem que lidar com elas da melhor forma possível para que haja sempre harmonia. Aprendemos a olhar isso com amor e então vira apenas mais uma característica sua como tantas outras.

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