domingo, 7 de maio de 2017

Numerologia, a Divina Magia


A humanidade vive atrás de milagres. A criatura humana não busca o poder de ser capaz de construir, ela mesma, o seu milagre. É mais cômodo e bem menos trabalhoso, evocar o Poder Divino, e aguardar que o milagre aconteça.

Mas o que é Numerologia da Alma?

A Numerologia da Alma é a magia divina ao alcance da humanidade. Diziam os antigos alquimistas que, a magia é a ponte entre o visível e o invisível. Se esta for a definição exata para a Magia, então, não tenham dúvida que a Numerologia da Alma é essa ponte misteriosa.

Quando Pitágoras, sentado e admirando o céu, teve a visão perfeita da mensagem dos números, não teve dúvida, levantou-se e pôs-se a trabalhar. O verdadeiro Mestre nunca espera um milagre, ele se põe a criar o caminho mais curto para que se dê o milagre.

A humanidade tem ao seu dispor essa ferramenta sagrada, chamada Numerologia, que revela verdades ocultas e descobre às vistas de todos, o conhecimento de tudo que existe em nosso mundo físico. Nós não precisamos dos dons da vidência e nem do karma da mediunidade, para sabermos quem somos e o que estamos fazendo nesta vida.

A Numerologia da Alma é a magia divina ao alcance de todos, a fonte dos milagres, em que vamos saciar a sede do saber. A Divindade legou para a Humanidade, todos os conhecimentos que revelam Deus. A vida é uma criação divina, a criatura humana, a obra perfeita do Criador.

O que a humanidade está esperando?

Quanto tempo mais, a humanidade vai insistir em buscar milagres fora de si, quando o divino habita em todos nós, seres perfeitos criados pelo Poder Divino? Os milagres somos nós, e o poder emana do Criador, mas se manifesta nas criaturas.

Convido a humanidade a conhecer o livro Vida Perfeita, uma obra literária de autoria de Paul Carton, um estudioso e profundo conhecedor da filosofia de Pitágoras. Neste livro, a sabedoria e o poder divino se fazem presentes na figura de Pitágoras, com seus conhecimentos sagrados que se revelam pelos símbolos numerológicos.

No meu livro, Numerologia da Alma – conhece-te a ti mesmo, eu reproduzi a linguagem dos números, segundo a visão sagrada e mágica de Pitágoras, propiciando aos leitores um aprendizado consistente, que os conduz ao autoconhecimento.

É preciso sair da inércia

Parem de esperar os milagres exteriores, e realizem os milagres interiores, que expressam o verdadeiro sentido do que seja viver e cumprir a missão. O efeito de quem cumpre a missão é a saúde perfeita e uma sensação de completude, que transcende qualquer conquista no plano físico.

Creiam que, nós somos os milagres, e a Numerologia da Alma, a ponte que revela os mundos ocultos.


São Lourenço, Maio de 2017.

Gilberto Gonçalves.


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sábado, 6 de maio de 2017

Para que serve a numerologia?






O Estudo da Numerologia tem como único objetivo o autoconhecimento. Ela não serve para mudar as coisas, não serve para mudarmos os nomes, escolhermos um apartamento, não serve para atender nossos interesses pessoais e materiais.
A Numerologia é a linguagem do Universo, a linguagem da Alma e do inconsciente. Podemos ouvir o Universo mas não podemos alterar seus desígnios. A única coisa que podemos modificar é a nós mesmos. Mas curiosamente quando nos transformamos o mundo e o Universo ao nosso redor se modificam.
Um mapa numerológico mostra nossas forças, fraquezas, lições não aprendidas, nossos erros e acertos, nossos desejos mais profundos e nossos medos, e fundamentalmente, toda a estrutura do Plano de nossa vida.
Os desafios estão lá, latentes na alma. Eles representam fraquezas a serem enfrentadas, como se fossem lodo depositado no fundo de um lago. Se alguém cutucar eles vem a tona. O problema  é que neste ciclo onde os desafios estão, a vida vai cutucar você o tempo todo e as fraquezas virão a tona, gerando conflitos e sofrimentos até que você resolva o problema.
Se você tem medo de crítica por exemplo, e está em um ciclo com desafio 3, coitado de você! Será exposto a todo tipo de crítica. Pode ser que você ocupe uma posição de destaque, uma chefia, liderança na família, etc. As experiencias do ciclo dirão que  Tipo de crítica você vai viver.
Para cada um de nós há uma lição fundamental a ser aprendida! Algo que representa um grande desafio para nossas almas. E não importa se você é bom e sábio em outras áreas. Aquela que você reluta em aprender será o seu martírio e sua luta permanente. O problema é que não dá para se esconder dela, porque toda sua vida foi planejada e construída para te colocar em confronto com suas fraquezas. Você sofre por coisas gigantescas para você, que para os outros são pequeninas besteiras, coisa muito simples de resolver.
Ficamos presos em um redemoinho dando voltas no mesmo problema por causa de nossa miopia e teimosia.
Somente quando nos rendemos e enfrentamos com coragem o Desafio,  ele se torna então uma experiencia e a Alma destrava o seu caminho e continua o seu aprendizado buscando novos Desafios.
Nada nem ninguém poderá cura-la. Nem mudança de nomes, cromoterapia, Reik, magia… Estas coisas suavizam os efeitos mas não afetam a essência do nosso Ser.
Somente o Despertar da Consciência para a fraqueza, e a firme decisão de empreender uma longa e penosa jornada de reeducação e reconstrução poderá enfim liberta-la, Despertando seus Potenciais.
E o Poder alcançado na conquista de si mesmo será então a alavanca para novos empreendimentos internos.
Esse é o objetivo da Numerologia!
Tornar as pessoas conscientes de seus desafios e Potenciais e incentiva-las a lutar para se colocarem acima das circunstancias em que se acham.


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sexta-feira, 5 de maio de 2017

Eu sou a Máscara


O psicanalista Erich Fromm, em seu livro Psicanálise e Budismo Zen, afirma que “a consciência do homem médio é essencialmente uma “falsa consciência”, consistindo em fingimentos e ilusões, enquanto justamente aquilo de que ele não tem consciência constitui a realidade”.
O processo evolutivo do homem tem por finalidade fazer com que ele alcance a verdadeira consciência, através da perfeita união entre a Alma e a Personalidade ou o Inconsciente com o Consciente. Assim se expressa Angela Maria La Sala Batà, em seu livro O eu e o Inconsciente.
A autora, porém, ressalva que não é fácil alcançar esse ideal, já que, segundo ela, oscila-se por muito tempo entre um extremo e outro, antes de se atingir o equilíbrio perfeito. A demora e os retrocessos são atribuídos à submissão às regras impostas pela sociedade que nos condiciona a falsas verdades, e nos obriga a criar um falso “eu”, alimentado por acomodações e compromissos, automatismos e hábitos.
Esse comportamento, que se faz presente na grande maioria da raça humana, provoca um mal-estar desconhecido, traduzido por um inexplicável desconforto, que é resultante de um alienante afastamento das raízes autênticas de cada criatura humana. Essas raízes estão relacionadas às nossas potencialidades mais altas, que nos põem em contato com o Inconsciente Espiritual.
Desse modo, cria-se uma situação paradoxal, uma vez que aquilo que se chama de “consciência” é, na verdade, uma “falsa consciência”, fabricada e ilusória, enquanto que o que é considerado “inconsciente” esconde o verdadeiro ser, a sua autenticidade.
A verdadeira identidade, o autêntico “eu”, é inconsciente e, quando tenta se exprimir é, na maior parte das ocasiões, impedido pela falsa consciência, pelo falso “eu”, que, à semelhança de uma máscara, encobre o semblante do verdadeiro ”eu”. Em nossos estudos numerológicos, costumamos denominar esse ato de disfarce da verdadeira personalidade de colagem, simbolizando a ação de colar uma máscara sobre o rosto para esconder a verdadeira face.
A personalidade já é por si a máscara que encobre a alma, e essa outra máscara, que encobre a personalidade, não passa de um disfarce, de uma fuga da realidade, de uma busca na fantasia por uma pretensa identidade, que não condiz com a personalidade, e muito menos com a alma.
Todos nós nascemos livres, espontâneos e autênticos, sem nenhum condicionamento externo que interfira em nosso modo de pensar e sentir. A criança é instintiva, desinibida e verdadeira, apesar de não ter consciência do seu verdadeiro eu.
Ela não se diferencia das outras pessoas, pelo fato de ter uma consciência cósmica, que a faz sentir-se ligada a tudo e a todos, numa autêntica integração espiritual, que na tradicional filosofia chinesa era reconhecida como a presença do Tao em tudo que existe. Por isso, a infância oferece as condições ideais para a aquisição de conhecimentos e o desenvolvimento de talentos. Mas, por outro lado, facilita toda sorte de influências e condicionamentos, transmitidos de acordo com as pressões exteriores, recebidas através dos pais, dos ambientes, da educação e da sociedade em que vive.
Em função dessas influências, à medida que cresce e se relaciona com pessoas e ambientes, a criança, sem se dar conta, reprime a sua verdadeira natureza e disfarça a sua legítima identidade, e acaba por construir um “eu” fictício, como se fosse um personagem que recita o seu papel.
Mais tarde, já na idade adulta, a ansiedade por conquistar uma posição no mercado de trabalho e inserir-se na sociedade continua obrigando o indivíduo a se reprimir e a seguir as exigências coletivas, desprezando as suas vocações próprias. Assim, a máscara se consolida e a separação dele da verdadeira personalidade se torna cada vez mais profunda.
O seu verdadeiro “eu”, a alma, porém, permanece viva, e insiste em se manifestar, pressionando a personalidade continuamente, obrigando-a a se questionar diante da sua falsa identidade e instigando-a a arrancar as máscaras, que, a certa altura da vida, são de várias e de múltiplas facetas.
C. W. Leadbeater, em seu livro Os mestres e a Senda, nos fala de sete planos de existência, que são subplanos do Plano Cósmico Inferior. A Mônada pode descer somente até o segundo destes subplanos, que por isso é chamado de Plano Monádico. Para entrar em contato com a matéria mais densa, a Mônada irradia uma porção de si através dos dois planos imediatamente inferiores, e a essa porção da Mônada chamamos de ego ou alma.
A alma, uma pequena e parcial representação do Espírito, não pode descer abaixo da parte superior do plano mental, e para que possa se relacionar com os planos ainda mais inferiores, ela tem de projetar uma porção de si, que se constitui na personalidade. Essa personalidade que a maioria das pessoas toma por seu verdadeiro ser, não é mais que o fragmento de um fragmento.
A resistência oferecida pela personalidade, diante das exigências da alma, deve-se ao fato de que o lado consciente da criatura humana, na maioria das vezes, não deseja reconhecer ou não quer se acostumar com os valores sugeridos pelo inconsciente.
A personalidade, diante disso, não consegue conectar-se com a alma, ou, melhor seria dizer, reconectar-se com o passado, que se encontra registrado nos arquivos da alma. Esse passado é formado por nossos instintos atávicos, ocultos no inconsciente, e que mesmo não sendo observados em algumas encarnações, estão sempre vivos e exigentes, prontos a se manifestar a qualquer momento.
Esses instintos, na maioria das vezes, mesmo sem ser reconhecidos por nossa consciência têm uma profunda e inegável influência sobre nosso comportamento e nossas tendências. A psicanálise reconhece-os como heranças genéticas, mas em nossos estudos eles podem ser identificados como as heranças espirituais, que surgem nos mapas numerológicos em posições dos sobrenomes materno e paterno.
Além dessas influências familiares, devem ser consideradas todas as experiências kármicas individuais de outras vidas, que têm sido acumuladas pela alma, ao nascer em inúmeras e diferentes famílias. E, por fim, acresça-se a essas heranças de outras vidas, os eventos ocorridos nesta vida desde a infância, em forma de lembranças, sofrimentos, traumas e todas as sensações que se imprimiram no inconsciente.
A autora do livro O Eu e o Inconsciente sugere chamar essa área do inconsciente de “inconsciente inferior”, onde se originam os complexos, os distúrbios e as manifestações patológicas denominadas neuroses. Entre esse inconsciente, ligado à Alma, e a consciência, relacionada com a Personalidade, a comunicação não é nada fácil, por existir um espesso diafragma que dificulta essa relação.
Esse diafragma é criado por nós mesmos, inicialmente pela repressão, e a seguir, por um mecanismo automático de remoção. Eis, então, que surgem as máscaras de que falamos anteriormente, a que conceituamos chamar de colagens, para não confundi-las com as verdadeiras máscaras da alma, as personalidades, palavra originária do latim “persona” que se traduz por máscara.
A nossa Personalidade, portanto, carrega em si um passado gravado no fundo do inconsciente. Se ele existe, existe também um futuro – o superconsciente, formado por todas as faculdades, qualidades mais elevadas e possibilidades mais altas, que ainda não chegaram à superfície da nossa consciência comum.
Em determinados momentos, esse “futuro” se torna “presente”, e se revela mediante impulsos elevados, sentimentos nobres e altruístas, atos de sacrifício e heroísmo, intuições, inspirações e estados de consciência alterados, que em situações normais não ocorreriam.
Jung também teve oportunidade de observar esses aspectos mais elevados do inconsciente, em pessoas de meia-idade, que, quando eram reprimidos, provocavam sofrimentos e incômodos. Victor Frankl denominou essas reações de “neuroses noógenas”, como derivadas da repressão das exigências espirituais.
Nós identificaremos situações semelhantes nas Personalidades que se negam ao cumprimento da Missão, e que acabam por sofrer toda espécie de distúrbios, desde o espiritual, até passar pelo psíquico e atingir o físico. São os casos em que perceberemos que a Alma inspira a Missão, mas a Personalidade insiste em conquistas imediatistas, simbolizadas por ganhos financeiros e manipulação do poder.
Simultânea e paralelamente a esse inconsciente pessoal, Jung identificou também um inconsciente coletivo, uma espécie de psique coletiva de toda a humanidade, unindo os homens em contínuo e misterioso intercâmbio de energias, informações, influências, experiências e mensagens telepáticas. Essa psique universal seria o que os antigos alquimistas e místicos chamavam de Alma do Mundo.
A base dessa afirmação está na crença de uma interação constante e permanente das energias circulantes em toda a humanidade. A tese, no entanto, não nega a necessidade dos resgates individuais dos karmas, dentro do processo de evolução dessa imensa Alma do Mundo, que reúne em si o somatório de todas as almas humanas.
A Personalidade é o veículo da Alma humana para o resgate kármico e a contínua evolução da Alma. Mas, para isso, ela terá de interagir com a Alma, seguir os seus ideais e aceitar as suas exigências, para que se cumpra a Missão, quando se dá uma expansão espiritual da Alma, já direcionada para os objetivos evolutivos da próxima Missão.
E para que esse passo evolutivo venha a acontecer, é preciso conhecer todos os níveis de consciência de que nossa Personalidade é formada, a fim de que se possa transformar o “eu limitado” dessa Personalidade, em consciência livre e inclusiva da nossa verdadeira essência, a Alma.
Essa inclusão da Personalidade à Alma é a meta para a qual tende inconscientemente toda a humanidade, insuflada e instigada pela ligação que todos têm com o Espírito, a consciência divina presente na criatura humana. E para tanto, é indispensável que os ideais da Alma e os impulsos da Personalidade se amoldem ao conteúdo de cada Missão, o que deverá ir ocorrendo em função do amadurecimento da Personalidade.
Desvios de rumo, acomodações, ambições desmedidas, autoritarismos e atitudes egoístas serão entraves permanentes ao cumprimento da Missão, que, apesar de provocados pela Personalidade, serão absorvidos pela Alma, e repercutirão nas encarnações seguintes. Não há como desconhecer que, apesar de duas consciências distintas, Alma e Personalidade formam uma entidade uma, inseparável, de dependência parcial e ilusória somente para efeito didático.
Gilberto Gonçalves – Numerologia da Alma





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quarta-feira, 3 de maio de 2017

Versos Áureos de Pitágoras


Versos Áureos de Pitágoras


(Tradução de Júlio Maciel)
PREPARAÇÃO :
Aos Deuses imortais sagrado culto rende;
Resguarda o coração. Tua crença defende,
Aos sábios e aos heróis, em preito fervoroso.
PURIFICAÇÃO ;
Sê bom filho e bom pai, justo irmão, terno esposo,
Elege amigo teu o que em virtude prima,
Vive com ele e dele te aproxima.
Os conselhos lhe escuta; e se te aconselhando,
O teu amigo for um dia menos brando,
Perdão! Que sobre a fiel vontade – Ó lei severa ! –
A Fortuna fatal, às vezes prepondera.
Dominar as paixões é dom que te pertence:
Tuas loucas paixões subjuga e doma e vence.

Sê castro, sóbrio e ativo. A cólera o semblante
Nunca te ensombre, nunca o mal de seja aceito.
Em público ou sozinho, e como a um semelhante,
A ti mesmo tributa o devido respeito.

Na palavra e na ação sê justo e sê prudente.
Vive – mas não te saia a morte da lembrança;
Nem te esqueças jamais de que o homem facilmente
Perde as honras e os bens que facilmente alcança.

Se os males que o destino acarreta à porfia,
Nem podes mitigar – não blasfeme o teu lábio;
Suporta-os com prudência e nos Deuses confia,
Que aos Deuses praz valer ao que usa como Sábio;

Adeptos o Erro os tem, como a verdade bela;
O sábio adverte austero, ou aconselha amigo;
Mas, se o Erro vil domina – Ele recua, e vela;
Grava no imo do preito as palavras que eu digo:

Não tenhas prevenção alguma: Todavia,
Os atos de outrem pesa e a ti mesmo te guia;
Pois que nem todos são exemplo e ensinamento.
Só do insensato é agir sem fim, razão nem tento.
Contempla, no presente, o futuro e o passado.
Faze apenas aquilo em que fores versado.
Instrui-te com vagar, aprende com paciência,
Do tempo e da Constância é que vem a sapiência,
Poupa a saúde, que ela é um tesouro precioso:
Ao teu corpo – Alimento, à tua alma – Repouso.
Usa moderação, porque inda mais nocivo
Do que a falta – Resulta, às vezes o excessivo.
Não pratiques o luxo e a avareza também,
Pois só no meio termo é que consiste o bem.
PERFEIÇÃO

Assim que o sol de acorde e calmo te levantes,
Julga as tuas ações como severo juiz.
E ao sono não te dês sem perguntares antes:
– Hoje, em que pensei eu ? E o que foi que fiz ?

Fizeste o bem ? – Persiste. O mal fizeste ? – abstem-te
Ama o conselho meu, medita o que ele ensina.
Se o amares – Eu te juro – E o seguires fielmente,
Poderás atingir a virtude Divina.

Eu te juro por quem o Augusto emblema grava
– A Tétrade sagrada – Em nosso coração.
Mas, primeiro, é mister, do seu dever escrava:
Dos Deuses a alma invoque, ardendo em devoção.

Sob o influxo, as obras que empreenderes
Terminarás em paz, fugindo o engano rudo.
E, perscrutando a essência aos diferentes seres,
Tu o princípio e o fim conhecerás de tudo.

Verás que a Natureza – O Céu há de mostrar-te –
É em tudo semelhante e a mesma em toda parte.
Conhecendo-te a ti, senhor do teu destino,
Vibrarás sem paixões teu coração no peito.
Homem – verás que são os frutos próprios do homem
A mágoa que atormenta e os males que o consomem;
Porque a origem do gozo, a fonte da ventura
Que em si mesmo possui – Além de si procura.
Bem poucos sabem ser felizes: compelidos
Pelos desejos maus, joguetes dos sentidos,
Como baixel em mar sem fim, por entre pegos,
Assim os homens vão desnorteados e cegos.
Deuses ! Quisésseis Vós valer-lhes de onde estais !
Mas, não: Homem, teu ser provém dos imortais.

Discerne, por ti mesmo, o Bem e o Mal: conforto
E auxílio te dará a Natureza exemplar.
Homem sábio e feliz, o entre-sonhado porto,
Se cumprires minhas leis, um dia hás de alcançar .

Evita o que perturba a mente e o que a alma esmaga,
Aprimora a razão, esmera os dotes teus,
E tu, transpondo, enfim, a prepulgente plaga,
Tu, entre os Imortais, serás também um Deus !

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terça-feira, 2 de maio de 2017

Pitágoras e sua Filosofia


Pitágoras e sua Filosofia


O filósofo grego Pitágoras, que deu seu nome a uma ordem de pensadores, religiosos e cientistas, nasceu na ilha de Samos no ano de 582 a.C. A lenda nos informa que ele viajou bastante e que, com certeza, teve contato com as idéias nativas do Egito, da Ásia Menor, da Índia e da China. A parte mais importante de sua vida começou com a sua chegada a Crotona, uma colônia Dórica do sul da Itália, então chamada Magna Grécia, por volta de 529 a.C.
De acordo com a tradição, Pitágoras foi expulso da ilha de Samos, no mar Egeu, pela tirania de Polycrates. Em Crotona ele se tornou o centro de uma organização, largamente difundida, que era, em sua origem, uma irmandade ou uma associação voltada muito mais para a reforma moral da sociedade do que uma escola de filosofia.
A irmandade Pitagórica tinha muito em comum com as comunidades Órficas que buscavam, através de práticas rituais e de abstinências, purificar o espírito dos crentes e permitir que eles se libertassem da “roda dos nascimentos”. Embora o seu objetivo inicial tenha sido muito mais fundar uma ordem religiosa do que um partido político, a Escola de Pitágoras apoiou ativamente os governos aristocratas.
A verdade é que esta Escola chegou a exercer o controle político de várias colônias da Grécia Ocidental, principalmente as existentes no sul da Itália. Foi também a sua influência política que levou ao desmembramento e à dissolução da Escola de Pitágoras. A primeira reação contra os Pitagóricos foi liderada por Cylon e provocou a transferência de Pitágoras de Crotona para a cidade de Metaponto, onde residiu até à sua morte, no final do séc. VI ou no início do séc. V a.C.
Na Magna Grécia, isto é, nas colônias fundadas pelos gregos na Itália, a Ordem Pitagórica se manteve poderosa até à metade do séc. V a.C. A partir daí foi violentamente perseguida, e todos os seus templos foram saqueados e incendiados. Os Pitagóricos remanescentes se refugiaram no exterior: Lysis, por exemplo, foi para Tebas, na Beócia, onde se tornou instrutor de Epaminondas; Filolaus, que segundo a tradição, foi o primeiro a escrever sobre o sistema Pitagórico, também se refugiou em Tebas.
O próprio Filolaus, junto com mais alguns adeptos de Pitágoras, retornou mais tarde à Itália, para a cidade de Tarento, que se tornou a sede da Escola Pitagórica. Entre eles estava Archytas, amigo de Platão, figura proeminente da Escola, não só como filósofo como também como homem de estado, na primeira metade do séc. IV a.C. No entanto, já no final deste século, os Pitagóricos tinham desaparecido, como Escola Filosófica.
A ESCOLA PITAGÓRICA
Parece que, por volta da metade do séc. V a.C., houve uma divisão dentro da Escola, De um lado, estavam os “matemáticos”, representados por nomes do peso de Archytas e Aristoxenus, que estavam interessados nos estudos científicos, especialmente em matemática e na teoria musical; de outro lado estavam os membros mais conservadores da Escola, que se concentravam nos conceitos morais e religiosos, e que eram chamados de akousmatikoi (plural de akousmata, os adeptos das tradições orais). Estes elementos – religiosos e científicos – estavam já presentes nos ensinamentos de Pitágoras.
As doutrinas ensinadas por Pitágoras são as seguintes:
1. – Em primeiro lugar, e acima de tudo, estava a crença de Pitágoras na existência da alma. Ele também acreditava na transmigração das almas dos indivíduos, mesmo entre diferentes espécies. Esta transmigração poderia ocorrer em seres mais ou menos evoluídos. Se um indivíduo tivesse uma vida virtuosa, o seu espírito poderia inclusive se libertar da carne, isto é, deixaria de reencarnar. Este conceito filosófico foi atribuído a Pitágoras por Platão, em sua obra Fédon (que relata os momentos que antecederam a morte de Sócrates pela ingestão de cicuta). Não se pode deixar de ressaltar a importância deste conceito na história das religiões.
2. – Levar uma vida virtuosa consistia em obedecer a certos preceitos, muitos deles vistos hoje como tabus primitivos, como, por exemplo, não comer feijão ou não remexer no fogo com um pedaço de ferro. Estritamente morais eram as três perguntas que cada um devia se fazer ao final do dia, e que eram: Em que é que eu falhei hoje? O que de bom eu deveria ter feito hoje? O que é que eu não fiz hoje e deveria ter feito? Um dos principais meios externos que ajudavam a purificar o espírito era a música.
3. – A fascinação da Escola pelos números deve-se ao seu fundador. A maior descoberta de Pitágoras foi a dependência dos intervalos musicais de certas razões aritméticas existentes entre cordas de comprimentos diferentes, igualmente esticadas. Por exemplo, uma corda com o dobro do comprimento de outra emite a mesma nota musical, mas uma oitava acima, isto é, mais aguda.
Tal fato contribuiu decisivamente para cristalizar a idéia de que “todas as coisas são números, ou podem ser representadas por números”. Este princípio foi a pedra de toque da filosofia de Pitágoras. Em sua obra Metafísica, Aristóteles afirma que os números representavam na filosofia de Pitágoras o que os quatro elementos – Terra/Ar/Fogo/Água representaram no simbolismo de outros sistemas religiosos. De acordo com este princípio, todo o universo poderia ser reduzido a uma ”escala musical e a um número”. Assim, coisas como a razão, a justiça e o casamento, poderiam ser identificadas com diferentes números. Os próprios números, sendo ímpares e pares, ou limitados e ilimitados, de acordo com Aristóteles, se constituíam na primeira definição das noções de forma e de matéria.
Os números um e dois encabeçavam a lista dos dez primeiros pares de opostos fundamentais, dos quais os oito pares seguintes eram “um” e “muitos”, “direita e esquerda”, “masculino e feminino”, “repouso e movimento”, “reto e curvo”, “luz e escuridão”, “bom e mau” e “quadrado e oblongo”. Esta era a filosofia do dualismo metafísico e moral, através da qual se chegou ao princípio que via o universo como a harmonia dos opostos, no qual “o um” gerou toda a serie de números existentes.
Assim, a música e a crença no paraíso estelar, (originalmente associados à Astrologia da Babilônia) são os pontos de união entre o conteúdo religioso da filosofia de Pitágoras com os estudos matemáticos e científicos realizados mais tarde pela ala científica de sua Escola. O primeiro a apresentar um sistema compreensivo foi Filolaus, um de seus discípulos.
A ARITMÉTICA PITAGÓRICA
Para Pitágoras a Divindade, ou Logos, era o Centro da Unidade e da Harmonia. Ele ensinava que a Unidade, sendo indivisível, não é um número. Esta é a razão porque se exigia do candidato à admissão na Escola Pitagórica a condição de já haver estudado Aritmética, Astronomia, Geometria e Música, consideradas as quatro divisões da Matemática. Explica-se também assim porque os Pitagóricos afirmavam que a doutrina dos números, a mais importante do Esoterismo, fora revelada ao Homem pela Divindade, e que o Mundo passara do Caos à Ordem pela ação do Som e da Harmonia. A unidade ou 1 (que significava mais do que um número) era identificada por um ponto, o 2 por uma linha, o três por uma superfície e o quatro por um sólido. A Tetraktys, pela qual os Pitagóricos passaram a jurar, era uma figura do tipo abaixo:
tetraksys-pontos
representando o número triangular 10 e mostrando sua composição como sendo 1 + 2 + 3 + 4 = 10. Adicionando-se uma fileira de cinco pontos teremos o próximo número triangular de lado cinco, e assim por diante. Mostrando que a soma de qualquer série de números naturais que comece pelo número 1 é um número triangular. A soma dos números de qualquer série numérica composta por números ímpares e que comece por 2 é um número quadrado. E a soma dos números de qualquer série numérica de números pares que comece pelo número 2 é um número oblongo, ou retangular.
Este é o princípio matemático que levou à 47ª Proposição de Euclides, o matemático grego que divulgou o Teorema de Pitágoras, pelo qual o quadrado da hipotenusa de um triângulo retângulo é igual à soma dos quadrados dos dois outros lados, ou catetos. A demonstração deste teorema é a Jóia do Ex-Venerável mais recente de uma Loja Maçônica, em homenagem a Pitágoras, e que simboliza a doutrina científica e esotérica de sua Escola de Filosofia. O mesmo raciocínio usado na formulação do teorema acima, quando o triângulo retângulo é isósceles, (com catetos ou lados iguais) levou os Pitagóricos a descobrir os números irracionais, como, por exemplo, a raiz do número 2, que é igual a 1,4142,,,, (dízima periódica).
A GEOMETRIA PITAGÓRICA
Em Geometria não se pode obter uma figura totalmente perfeita, nem com uma, nem com duas linhas retas. Mas três linhas retas em conjunção produzem um triângulo, a figura absolutamente perfeita. Por isso é que o triângulo sempre simbolizou o Eterno – a primeira perfeição, o Grande Arquiteto do Universo. A palavra que designa a Divindade principia, em todas as línguas latinas, por um D, e em grego por um “delta”, ou triângulo, cujos lados representam a natureza divina. No centro do triângulo está a letra Yod , inicial de Jehovah – o Criador, expresso nos idiomas teuto-saxônicos pela letra G, inicial de God, Got ou Gottam, cujo significado filosófico é geração.
Numerosas – e valiosas – foram as contribuições da Escola de Pitágoras no campo da Geometria. Assim, por exemplo, a demonstração de que a soma dos ângulos internos de um triângulo é igual a dois ângulos retos, ou 180 graus. Também formularam a teoria das proporções e descobriram as médias aritmética, geométrica e harmônica. Foi ainda Pitágoras quem descobriu a construção geométrica dos cinco sólidos regulares, isto é, o tetraedro ou pirâmide de quatro lados, o octaedro, o dodecaedro e o icosaedro. A construção do dodecaedro requer a construção de um pentágono regular, também conhecida dos Pitagóricos, que usavam o Pentagrama ou Estrela Pentagonal ou Flamígera, como símbolo de reconhecimento entre os seus membros.
Em resumo, a Geometria Pitagórica cobriu todos os assuntos da obra de Euclides, que compilou e registrou todo o conhecimento existente nesta área, na antiga Grécia.
A ASTRONOMIA PITAGÓRICA
Pitágoras foi o primeiro a afirmar que a Terra e o Universo tinham forma esférica. Ele também anteviu que o Sol, a Lua e os Planetas então conhecidos possuíam um movimento de translação, independente do movimento de rotação diário. A Escola de Pitágoras desenvolveu também um sistema astronômico, conhecido como sistema Pitagórico. A última versão deste sistema, atribuída aos discípulos Filolau e Hicetas de Syracusa, deslocava a Terra do centro do Universo, e fez dela um planeta do mesmo modo que os planetas então conhecidos, que giravam em torno do fogo central – o Sol. Este sistema, elaborado cerca de 400 a.C., antecipou em cerca de 2.000 anos os mesmos princípios defendidos por Galileu Galilei, pelos quais foi condenado pela Santa Inquisição. Galileu demonstrou a base científica do sistema, a partir da qual Copérnico e Kepler iriam comprovar que era o Sol e não a Terra o centro da Via Láctea – a nossa Galáxia.
A MÚSICA PITAGÓRICA
Pitágoras não só utilizava a música para criar uma inefável aura de mistério sobre si mesmo, como também para desenvolver a união na sua Escola. A música instruía os discípulos e purificava suas faculdades psíquicas. Na educação, a música era vista como disciplina moral porque atuava como freio à agressividade do ser humano. Pitágoras considerava a música o elo de ligação entre o homem e o cosmos. O Cosmos era para ele uma vasta razão harmônica que, por sua vez, se constituía de razões menores, cujo conjunto formava a harmonia cósmica, ou harmonia das esferas, que só ele conseguia ouvir.
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Pitágoras, avatar do deus Apolo, compunha e tocava para seus discípulos a sua lira de sete cordas. Deste modo ele refreava paixões como a angústia, a raiva, o ciúme, anseios, a preguiça e a impetuosidade. A música era uma terapia que ele aplicava não só para tranqüilizar as mentes inquietas, mas também para curar os doentes de seus males físicos.
Pitágoras foi o descobridor dos fundamentos matemáticos das consonâncias musicais. A partir daí, ele visualizou uma relação mística entre a aritmética, a geometria, a música e a astronomia, ou seja, havia uma relação que ligava os números às formas, aos sons e aos corpos celestes. A Tetraktys era o símbolo da música cósmica, e Pitágoras, como o deus da Tetraktys, era a única pessoa que podia ouvi-la. A teoria da música cósmica, ou harmonia das esferas foi descrita por Platão, no Timeu. Filolau, outro notável discípulo de Pitágoras também faz descrição minuciosa da teoria que resulta na música cósmica e na harmonia das esferas (ou planetas).
A HERANÇA DE PITÁGORAS
A história posterior da filosofia de Pitágoras se confunde com a da Escola de Platão, discípulo de Sócrates e mestre de Aristóteles, e que foi também ardente admirador e discípulo de Pitágoras. Platão herdou, de um lado, as doutrinas de seu mestre e, de outro, bebeu a sua sabedoria nas mesmas fontes do filósofo de Samos. Segundo Amônio Sacas, toda a Religião-Sabedoria estava contida nos Livros de Thot (Hermes), onde Pitágoras e Platão beberam os seus conhecimentos e grande parte de sua filosofia.
Desde os primeiros séculos da era cristã que é comprovada a existência, em Roma, das práticas e doutrinas religiosas de Pitágoras, principalmente as relacionadas com a imortalidade da alma. Pitágoras disputava então, com outras religiões, um lugar predominante no panteão da Roma Imperial. A comprová-lo as capelas pitagóricas descobertas pela arqueologia, nas quais os iniciados aprendiam os mistérios de Pitágoras, e onde eram introduzidos no culto de Apolo.
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Os afrescos encontrados no sub-solo da Porta Maggiore, em Roma, mostram temas Pitagóricos. O nacionalismo romano também está ligado a Pitágoras através da obra Metamorfoses, de Ovídio, que nela relatou a teoria da reencarnação, defendida pelo filósofo de Samos. Os discípulos diretos de Platão também retornaram aos princípios Pitagóricos; e os neo-Platônicos, com Jâmblico, no séc. IV d.C. também os adotaram, juntamente com os mais recentes escritos Pitagóricos, isto é, os Hinos Órficos. Do séc. I d.C. ao séc. VI d.C. a doutrina de Pitágoras influenciou grandes filósofos que escreveram e divulgaram a sua filosofia. Alguns deles foram Apolônio de Tiana, Plotino, Amélio e Porfírio.
Depois que os cristãos conquistaram, no séc. IV d.C. o controle do Estado, os Pitagóricos tornaram-se, gradualmente, uma minoria perseguida. No entanto, as idéias de Pitágoras continuaram a ser pregadas na antiga escola de Platão, a Academia de Atenas, e em Alexandria, até que no séc. VI d.C. Justiniano, imperador do Oriente, fechou a Academia e proibiu a pregação da filosofia e das doutrinas consideradas pagãs pelo catolicismo. A partir desta época prevaleceu a era do obscurantismo da Idade Média. Mas as doutrinas de Pitágoras foram abertamente pregadas por um período de 1.200 anos, que se estende do séc. VI a.C. ao sec. VI d.C.
Apesar de perseguido pela religião oficial Pitágoras foi, para grandes figuras do Catolicismo, como Santo Ambrósio, uma figura de referência por ter sido visto como intermediário entre Moisés e Platão, No séc. XVI, de acordo como o interesse do autor, Pitágoras era apresentado como poeta, como mágico, como autor da Cabala, como matemático, ou como defensor da vida contemplativa. Rafael, famoso pintor italiano, retratou Pitágoras como um homem idoso, de longas barbas, entre filósofos, no quadro “Escola de Atenas”.
Embora remotamente, não podemos deixar de registrar a existência de pontos comuns entre a filosofia de Pitágoras e o sistema Positivista de August Comte. Pitágoras, racionalista, procurou explicar a cosmogonia universal através da ciência. Comte trilhou caminho semelhante. Antes de tudo, Pitágoras buscou o conhecimento da Verdade e só por isso já deve ser reverenciado por toda a Humanidade
BIBLIOGRAFIA
Pitágoras – Amante da Sabedoria – Ward Rutherford – Editora Mercúrio – São Paulo
Pitágoras – Uma Vida – Peter Gorman – Editora Pensamento – São Paulo
A Doutrina Secreta -Volumes II e V – H.P.Blavatsky – Editora Pensamento – São Paulo
Grande Dicionário Enciclopédico de Maçonaria e Simbologia – Nicola Aslan – Artenova – Rio
A Simbólica Maçônica – Jules Boucher – Editora Pensamento – São Paulo
Maçonnerie Occulte et L’Initiation Hermétique – J.M.Ragon – Cahiers Astrologiques – Paris
Diálogos – Platão – Abril Cultural – São Paulo

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